Como estamos Hoje?

ADORO VERÃO!!!!
Minha vida e de Minha irmã Ana Clara está bem legal...durante o dia brincamos e passamos todo o fim de tarde na piscina fazendo muita bagunça e batendo muito as nossas pernas. Estou quase andando sozinha e não tenho medo de dar altos mergulhos. Mas nem tudo são rosas. Estou sofrendo com prisão de ventre e a dor tem incomodado. Tanto que estou - mais do que de costume - me alimentando pouco. Meus pais e todos aqui estão muito preocupados. Para auxiliar a outros papais que também possam estar passando por isso, aqui vai a dica:
Cocô que é bom, nada!
A barreira que retém as fezes é quase sempre emocional. A criança só vai deixar o cocô sair quando estiver de bem com ele.
Em geral, ele vem uma ou duas vezes por dia ou, no máximo, de dois em dois dias. Às vezes, teima em não vir. E quanto mais demora, mais a família se envolve com a espera, discutindo os motivos do atraso. É o que acontece quando a criança fica dias sem fazer cocô, como a pequena Júlia Bruno, de 3 anos, que já chegou a enfrentar uma lavagem intestinal no hospital, depois de reter as fezes por 10 dias.
A obstipação intestinal pode ter origem em uma doença de nascença, o megacólon congênito, caracterizada pela falta de gânglios nervosos no intestino, que impede a eliminação das fezes. Nesse caso, a dificuldade de evacuar aparece logo nos primeiros meses de vida e costuma ser corrigida com cirurgia. Mais comum, no entanto, é a prisão de ventre resultar de um distúrbio emocional - classificado de megacólon psicogenético ou funcional -, situação em que a criança tem medo ou simplesmente não quer evacuar. O tratamento é tentar entender a relação que ela pode ter estabelecido com as fezes e que a faz retê-las. Em casos muito persistentes, a família pode buscar o auxílio de um psicólogo.

Do Melhor
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